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Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Concorrência desleal entre igrejas, líderes e até entre fiéis

Concorrência desleal entre igrejas, líderes e até entre fiéis.

 Artigo 20 da série: Jogo sujo e concorrência desleal

Concorrência suja, desleal entre religiões, igrejas, líderes religiosos (pastores, padres…) e fiéis

Em busca de novos adeptos, fiéis, por causa do famigerado dízimo, dinheiro, poder, em nome de “Jesus”, de “Deus”, vale tudo: vale jogar sujo, publicidade enganosa, politicagem, concorrência desleal, como em muitos mercados, áreas comerciais. Na realidade, igreja, religião há séculos virou produto, comércio, e muito rentável.
Dentro da religião se encontram vários tipos de jogo sujo e quase todos os tipos de práticas que caracterizam concorrência desleal presente nos mercados, e as mais comuns são as publicidades enganosas em panfletos, programas de rádio e TV, a maioria extremamente apelativa, sensacionalista. Além destes, há ainda o fortíssimo boca a boca dos fiéis ingênuos que foram manipulados e programados para fazerem o que os pastores falam, pedem ou mesmo ordenam.
Depois que religião, igreja, a palavra de Deus virou produto comercializável, rentável, todo mundo quer virar pastor e em todo lugar há uma igreja. Como em muitas atividades, o mercado está ficando extremamente saturado com muitas novas igrejas, vertentes religiosas, pastores e cada um defendendo o seu conceito e dizendo ser o melhor. Pelo visto hoje, igreja é tão rentável quanto política e por isso vale tudo para atrair clientes -, desculpe – quis dizer fiéis.
Com uma igreja sendo aberta a cada quadra, a concorrência fica cada vez mais acirrada. Por isso se faz necessário jogar sujo, promover concorrência desleal para entrar, se manter e ou se destacar perante as outras. De diversas maneiras não ortodoxas, jogando sujo, inclusive difamando ou plantando discórdias, uma tenta atrair os fiéis das outras com o único objetivo de aumentar seu faturamento, lucro. Além disso os fiéis também promovem concorrência desleal uns contra os outros buscando se destacarem, ficarem em evidência e assim serem melhores visto pelos líderes, pastores de sua igreja e com isso terem regalias. Muitos até puxam o saco dos pastores para obter vantagens, favorecimentos dos mesmos. Sem falar naqueles que querem o lugar do pastor ou abrir sua própria igreja. Estes, entre outras coisas, em uma concorrência desleal, de forma relativamente discreta, promovem politicagem, fazem a social com os demais fiéis durante algum tempo, depois de forma indireta, muito discretamente começam a fazer intrigas, implantar discórdia entre os fiéis e pastores, colocando uns contra os outros, e quando oportuno, dão o bote, mostram insatisfação com os pastores, “igreja”, e convidam ou sugerem abrir sua própria igreja. Obviamente que durante este tempo estavam se preparando, estudando para ser pastor.
Além de concorrência desleal, muitas “igrejas”, pastores até jogam sujo contra seus próprios fiéis, dentre outras coisas, distorcendo, dando outras interpretações a textos da Bíblia para atrair, reprogramar fiéis mais ingênuos, ignorantes, imaturos, sem opinião própria, fáceis de serem manipulados para que sirvam, contribuam com a “igreja”, pastores. Muitos pastores vivem bem às custas da miséria, ingenuidade e ignorância de seus seguidores.
São pouquíssimas as igrejas, pastores, realmente sérios. Assim como advogados, juízes e políticos, muitos entram na atividade querendo ser a diferença, fazer o bem, mas rapidamente a grande maioria se corrompe forçado pelo sistema e ou pela grana. Alguns poucos realmente sérios desistem e apenas uma minúscula fração dos sérios seguem firme.
A concorrência desleal, jogo sujo não está só na igreja evangélica. Está presente em muitas seitas, religiões e também na igreja católica – esta há séculos joga muito sujo, e ao longo da história fez muita coisa errada, até matou em nome de Deus, segundo diversos materiais. É muito difícil dizer hoje quem é pior.
Apesar de dizerem que igrejas não têm fins lucrativos, a maioria lucra muito com o dízimo e doações. Seus pastores, presbíteros, bispos e outros cargos vivem muito bem, na maioria dos casos, melhor que praticamente todos os seus fiéis. O jogo sujo é necessário para manter o faturamento que proporciona vida boa a cúpula de muitas igrejas. Para não levantar suspeitas, muitas igrejas promovem ações filantrópicas, mas que também são bancadas pelos seus fiéis e muitas têm falcatruas que os lesam. Para não ser injusto, algumas igrejas cobrem as despesas de seus pastores com rendas obtidas através de empreendimentos próprios como escolas, faculdades e até hospitais.

Outros artigos da série:
Jogo sujo e concorrência desleal


 

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