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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Uso de títulos, certificações em muitos casos caracteriza jogo sujo

Artigo 11 da série: Jogo sujo e concorrência desleal

Uso de títulos / titularidades como “o melhor do mercado”, sem valor, fundamentação técnica e sem transparência quanto à fonte do mesmo, é jogo sujo, concorrência desleal

Usar, especialmente em publicidades, títulos / titularidades como o “melhor”, comprados ou adquiridos em votação aberta a qualquer um ou de um grupo fechado específico, sem conhecimento algum do produto / serviço, e que com isso, indicam apenas a popularidade; sem nenhuma avaliação de fatores, fatos e dados técnicos relevantes; titularidades adquiridas de formas não convencionais, não adequadas, que não retratam a realidade, e ou não deixar claro de como o título foi gerado, deixando a entender que houve uma avaliação técnica; que foi por méritos técnicos, de qualidade e eficiência, fazendo a maioria acreditar em uma falsa verdade, caracteriza má fé, configurando assim jogo sujo, concorrência desleal.

Em outras palavras, é jogo sujo, concorrência desleal, fazer uso especialmente em propagandas, de “certificados” / títulos como por exemplo “o melhor” de todo um mercado, setor, atividade comercial, referenciando direta ou indiretamente qualidade e ou eficiência, disponibilizado sem uma avaliação adequada, justa e imparcial de critérios técnicos relevantes que realmente certifiquem a qualidade e eficiência do produto / serviço; título de certificação fornecido por grupo de parceiros, integrantes de uma aliança fechada (panelinha, cartel), que considera e fornece o título a apenas alguns poucos que fazem parte do grupo, ignorando, desconsiderando a maioria dos produtos, serviços e profissionais concorrentes do mercado, setor em questão, principalmente muitos dos verdadeiramente, infinitamente superiores quanto a qualidade e eficiência.
Em muitos casos, os títulos não têm fundamentos técnicos baseados em estudos, pesquisas, análises, comparações sérias, justas e imparciais, e com isso, não retratam a realidade, são fornecidos e ou utilizados com objetivo puramente publicitário para elevar a reputação, credibilidade dos integrantes do grupo e desvalorizar os que não fazem parte do mesmo perante o mercado, potenciais investidores, parceiros e clientes / consumidores.
O que mais caracteriza concorrência desleal nesta prática por parte de todos os envolvidos é a falta de transparência, o fato de não deixar claro como foi o processo para se gerar a titularidade / certificação. Neste caso a omissão dos fatos, detalhes, caracteriza má fé e objetiva ludibriar e atrair potenciais clientes, consumidores, com propaganda enganosa e falsa verdade, prejudicando todo o mercado – dos concorrentes aos consumidores finais.
Alguns utilizam esta prática por pura ingenuidade, imaturidade comercial, mas nem por isso ela deixa de ser uma prática suja, desleal e danosa para mercados / atividades.

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