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CDX |
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(analisada / testada em nosso laboratório)
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O CDX é um equipamento que pode
agradar tanto aos modernistas quanto aos tradicionalistas e principalmente os
turntablists ( DJs de performances ), pois além dos modernos recursos e de poder
tocar como um CD player comum para DJs, mantém a forma tradicional de tocar como
se toca em toca-discos normais, com algumas vantagens significantes. Nos testes
foi a que apresentou o menor nível de incompatibilidade de mp3, aceitando
praticamente todos os formatos e resoluções. Quanto ao prato, play e start têm
respostas imediatas e com um bom feedback (resposta quanto à sensibilidade de
uso). Fácil atualização do
firmware que permite corrigir problemas no software. Excelente filtro de
correção de tons (Master
Tempo / Keylock)
e que atua até 100% inclusive em mp3. Um recurso muito interessante
do CDX é o de permitir configurar e personalizar facilmente vários
recursos e funções através do menu do software interno, permitindo configurar
até a velocidade do prato (33 e 45). Regulagem independente de start e stop, com
fácil acesso e com informação no display.
Além do prato, possui um jog para uso
com efeitos e serve como bend quando não quiser usar o prato, além de outras
funções. Apesar de grande e pesada
não chega a ser problema principalmente para muitos que trabalham com vinil,
pois além dos recursos tecnológicos tem como principal objetivo manter as
características dos toca-discos tradicionais.
Claro que a existência também de
um modelo mais leve e compacto agradaria outras categorias de profissionais que
além de recursos, precisa de praticidade quanto a transporte. O maior inconveniente
do CDX é o
seletor de música, que e propício a acidentes, pois permite mudar a musica durante a
reprodução o que não ocorre em alguns equipamentos como a DN-S1000 da Denon que
fica bloqueado para mudança de música enquanto estiver reproduzindo o som (em
Play). Botões do Cue, Stutter
(Play) e loop, têm bom tamanho para suas funções. Só precisariam ser mais
macios. Porém os botões de recursos ligados ao loop, além de duros, são pequenos
demais e pouco confortáveis. Os botões do efeito poderiam ser um pouco maiores e
mais macios. O manual e péssimo, não
muito claro, limitado, de baixa qualidade e deixou muito a desejar em todos os
pontos se comparados ao de outros produtos. Além dos pequenos ajustes
citados acima, o CDX poderia conter um conjunto de pads de sample/loops e cues, e a
possibilidade de armazenar os samples e configurações especiais em cartão de
memória tipo SD Card, o que daria a possibilidade de ser quase imbatível e
talvez tornar-se padrão de mercado na categoria.
Apesar de nesta edição não
falarmos de resistência e durabilidade dos componentes e equipamentos justamente
por ainda ser cedo demais, não poderia deixar de comentar a falta de uma
proteção (pelo menos básica) no potenciômetro do pitch quanto à poeira e outros. Veja mais sobre este assunto em
cuidados com os equipamentos.
Outro problema é um estalo interno estranho com som grave que acontece às vezes.
Foram analisadas duas peças, uma de nosso laboratório e outra de um antigo
ex-aluno do nosso curso. Para melhorar ainda mais,
só falta disponibilizar para fácil compra peças de reposição, tais como leitor
óptico e potenciômetro, e outras de maior desgaste em seu próprio site ou em
várias lojas, preferencialmente on line. A CDX mesmo com os
problemas citados acima se revelou na média disparada o melhor e economicamente
o mais barato equipamento dos pesos pesados. Vale a pena conhecer.
Analise técnica interna básica
O
CDX tem um bom acabamento interno, mas poderia ser melhor em comparação com
modelos de outras marcas. Uma das suas maiores vantagens técnicas é o leitor
(unidade) óptico que é comum, fácil de ser encontrado e extremamente barato em
comparação ao de outros players profissional para DJs. Mesmo que possa durar um
pouco menos, a relação custo X beneficio compensa pois a de alguns equipamentos
são muito difíceis de serem encontradas, especialmente no Brasil, e devido a isso
podem ser vendidos por várias vezes mais que o valor de unidade ópticas comuns e
de mesma qualidade. Como exemplo, a unidade óptica do CDJ 100S da Pioneer, um
dos playes mais usados por DJs de todo o mundo, e até pouco tempo padrão de
mercado, durante muito tempo custou, e ainda custa em alguns vendedores, até dez vezes(1000%) o valor do leitor óptico da CDX.
E no Brasil, basicamente só e
encontrado no mercado negro. Esta diferença de preço não é porque o da CDJ 100S
é dez vezes melhor, e sim devido a lei da oferta e procura. Nas mesmas condições de
uso, o da Pioneer pode ser duas, no máximo três vezes melhor, ou seja, deveria custar no
máximo 40% / 50% do que é cobrado. Existe leitores ópticos iguais ou melhores que o
utilizado no CDJ 100S, que custam no máximo 1/3 do valor do leitor óptico do da
CDJ 100S. A troca física da unidade óptica do CDX em comparação com a maioria
dos players para DJs é extremamente fácil, bastando tirar os quatro parafusos da
frente e depois só desmontar o módulo, que parece com um aparelho de CD-ROM
interno de computador. Trocar o potenciômetro do CDX infelizmente não e tão
fácil quanto o leitor óptico. Para isso deve-se desmontar todo o equipamento, mais de
uma dezena de parafusos, depois tirar uma placa de circuitos o que pode ser
complicado para quem não tem habilidade. Na realidade qualquer um sem um mínimo
de conhecimento com eletrônica deve evitar abrir qualquer aparelho eletro
eletrônico. No geral, o CDX é um equipamento muito interessante e apesar de sua
marca ainda não ter a forca de alguns concorrentes, o equipamento tem muitos
predicados. Vale a pena conhecer e testar antes de escolher.


Fotos: Ana Claudia de Carvalho
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Só pessoas
extremamente experientes e habilidosas, preferencialmente uma
autorizada, deve abrir equipamentos. Sem que seja especialista,
habilidoso e tenha muita intimidade com aparelhos mecânicos e/ou
eletroeletrônicos, não deve abrir nenhum tipo de equipamento. Saiba que
ao fazer isso sem ser um profissional ou empresa autorizada oficialmente
pelo fabricante, perderá instantaneamente a garantia. |
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Esta análise técnica interna, é um
resumo parcial, apenas experimental e ainda não oficial. Apenas um
estudo para futuras análises mais detalhadas de outros equipamentos |

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