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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Este canal tem foco em economia, jogo sujo geral e que caracteriza concorrência desleal e outros temas direta e indiretamente relacionados.

Estudos complementares, pesquisas, investigações e a evolução de um DJ

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Estudos, pesquisas e análises complementares periódicas e a evolução / manutenção dos conhecimentos, habilidades e do diferencial de cada DJ.

Estudos complementares, pesquisas, investigações e a evolução de um DJ
Dos gramofones aos supercontroladores.

Atualização constante: o DJ que evolui nunca para de aprender

As músicas, os equipamentos, as técnicas e os conceitos estão sempre mudando. Isso significa que, por mais experiente que um DJ seja, ele precisa acompanhar essa evolução. Para isso, é fundamental estar em constante processo de pesquisa, análise, investigação, estudo e reflexão.

É isso que permite ao DJ evoluir, manter um diferencial e, se necessário, se adaptar — sem abrir mão da própria identidade. Já quem está começando, por melhor que tenha sido o curso feito, precisa se dedicar ainda mais. O desafio é sair da média o mais rápido possível, se destacando entre os poucos que realmente se tornam bons de verdade.

A diferença entre veteranos acomodados e novatos dedicados

Não são poucos os DJs veteranos — com 15, 20 anos de carreira — que acabam se apoiando em ideias ultrapassadas, conceitos distorcidos ou simplesmente param de evoluir. Por outro lado, há iniciantes (provavelmente menos de 5%) que, mesmo com menos de dois anos de estrada, acabam superando tecnicamente esses veteranos.

Isso acontece porque muitos desses novatos têm a mente mais aberta, são mais receptivos a novas ideias, músicas, tecnologias e técnicas, e, principalmente, são mais dedicados.

Mas atenção: entre os iniciantes promissores, poucos já têm a maturidade técnica e profissional necessária. A maioria (mais de 95%) não se dedica o suficiente — muitas vezes por pura preguiça ou acomodação, especialmente mental. Eles acreditam que estão fazendo o necessário, mas na prática, levam muito mais tempo do que precisariam para aprender — e alguns nunca chegam lá.

A evolução da arte dos DJs

O nome não garante qualidade — e nem sempre o reconhecimento vem por mérito

É comum ver DJs, tanto veteranos quanto novatos, alcançando fama não por competência, mas por outros caminhos: favores trocados, bajulação, panelinhas, marketing ilusório e até propaganda enganosa. Muitos vendem imagem, não técnica.

Curso bom é só o começo — não existe formação completa sem continuidade

Como ex-instrutor e especialista em treinamento DJ, com mais de 13 anos de experiência, sempre deixei claro: um curso bem estruturado, com bom material didático e orientação de qualidade, é capaz de formar DJs tecnicamente preparados desde o início.

Mas mesmo o melhor curso do mundo não dá conta de tudo. Isso vale para qualquer área. A ideia de “curso completo” é uma ilusão — porque tudo muda rápido demais: as técnicas, os conceitos, os equipamentos, a tecnologia, a música. O que existe (e é raro) são cursos sérios, bem planejados, que economizam tempo e entregam muito mais do que a maioria dos cursos disponíveis (que, infelizmente, são mal elaborados e com material fraco ou inexistente).

O bom DJ nunca para de aprender — e esse é o verdadeiro diferencial

Seja qual for o curso, ele precisa ser complementado com estudo contínuo e prática frequente. Quem quer se destacar precisa aceitar uma verdade simples: o aprendizado nunca acaba. Estudar e treinar precisa ser hábito, não exceção.

DJs de verdade têm sede de conhecimento. Estão sempre atualizados, estudando, testando, evoluindo. Já quem é preguiçoso ou se acomoda acaba virando apenas mais um — e muitas vezes, mesmo com algum reconhecimento, não tem preparo real.

Dica para quem está começando

Nos primeiros meses, foque nos estudos, nas pesquisas e na observação. Invista tempo em entender não só o que fazer, mas por que fazer. Ganhe maturidade técnica e profissional.

Depois que dominar os fundamentos, tiver intimidade com os principais equipamentos, controles e técnicas — e souber ouvir música com atenção e sensibilidade —, mantenha a disciplina: continue estudando, pesquisando e praticando com regularidade. Esse é o caminho para crescer, se manter relevante e, acima de tudo, ser bom de verdade.

Versão antiga (original publicada em 2013)

As tecnologias, recursos, músicas, técnicas e conceitos estão sempre evoluindo. Por isso, por melhor e mais experiente que um DJ seja, para estar sempre atualizado — tanto quanto à música, equipamentos, tecnologias, técnicas e conceitos de atuação / apresentação — deve estar sempre pesquisando, investigando, estudando, analisando e refletindo. Ou seja, ampliando os conhecimentos e habilidades e, caso julgue necessário, se adaptando.Já o iniciante, por melhor curso que tenha feito, deve se dedicar ainda mais e fazer o mesmo já dito acima quanto aos DJs experientes, para, o mais rapidamente possível, superar a média e estar entre os verdadeiros e pouquíssimos melhores — bons de verdade.

Muitos DJs veteranos, com mais de 15 anos de experiência, renomados, se baseiam e se escoram em ideias antiquadas, falsos conceitos e, por outros motivos, relaxam. Enquanto alguns pouquíssimos principiantes — possivelmente menos de 5% — com muito menos tempo de atividade / “experiência” (menos de 2 anos), superam / superaram tecnicamente, em muito pouco tempo, os veteranos do perfil que acabei de citar.

E esta superação ocorre devido, principalmente, a terem a mente mais aberta, serem mais flexíveis, em especial quanto a novidades musicais, técnicas e tecnológicas e, obviamente, por terem sido mais dedicados que a maioria dos veteranos.

Porém, muitos destes principiantes, devido a alguns fatores, não têm a maturidade técnica e/ou profissional adequada, restando assim, infelizmente, apenas uma pequena fatia de novatos / principiantes realmente bons e maduros, como veteranos que não relaxaram.

Como deu para notar, infelizmente, a grande maioria dos novatos (mais de 95%) não se dedica o suficiente — normalmente por preguiça e relaxamento, principalmente mental. A maioria acredita estar se dedicando, se esforçando, pesquisando, estudando o suficiente e, com isso, além de demorar muito mais do que o necessário, grande parte destes nunca adquire o conhecimento e habilidades adequadas para ser bom de verdade.

Alguns destes, e dos veteranos relaxados, agindo como aventureiros e/ou oportunistas, até se tornam ou se mantêm renomados — não porque são bons, mas sim devido a troca de favores, puxadas de saco, apadrinhamentos periódicos, formação de panelinhas, entre outros métodos não ortodoxos e/ou devido a publicidades enganosas, onde se vende ilusão.

Como ex-instrutor, especialista em treinamento DJ, com mais de 13 anos de experiência nesta especialidade, digo sempre que um curso realmente bom, bem elaborado, tem como objetivo, através de um bom material didático e de um treinamento bem dirigido e bem direcionado, gerar conhecimento e desenvolver as principais habilidades base — essencial, suficiente para que alunos dedicados, disciplinados e estudiosos passem a atuar tecnicamente bem preparados, imediatamente após o mesmo.

Mas, por melhor que seja o curso de qualquer área, atividade ou especialidade, o conhecimento gerado por ele não é completo — principalmente se for só treinamento prático. Na realidade, não existe curso completo; isso é uma ilusão, um falso conceito, pois existem muitas variáveis e, dependendo da atividade, as técnicas, conceitos, equipamentos e tecnologias podem evoluir muito rapidamente.

O que existem — apesar de raríssimos — são cursos bem elaborados que, através de um bom treinamento e de um bom material didático, geram um grande conhecimento e desenvolvem as principais habilidades em um espaço de tempo muito menor que cursos mal elaborados (que representam mais de 90%) e/ou sem um material didático complementar de qualidade.

Qualquer tipo de curso, por melhor que seja, requer estudos e treinamentos complementares após o mesmo, e estudos periódicos para atualização. Pois, como disse acima — sendo redundante — tudo: as técnicas, conceitos, equipamentos, tecnologias, música (no caso dos DJs e produtores), entre outros, evoluem. Com isso, em outras palavras, o aprendizado, a atualização do conhecimento, continua durante toda a vida.

Quem realmente quer ser bom de verdade, ter diferencial, tem sede de conhecimentos e está sempre estudando. Quem é preguiçoso e/ou relaxado, obviamente, se torna só mais um entre muitos aventureiros oportunistas, sem preparo real.

Quanto a assuntos gerais ligados aos DJs, os aprendizes e os iniciantes devem se dedicar e investir mais tempo em estudos, pesquisas e análises nos primeiros meses, para ampliar seus conhecimentos e maturidade — tanto técnica quanto profissional.

Após adquirir maturidade técnica, dominar e ter intimidade com as principais técnicas, com música, de ouvido, conhecer e dominar os principais equipamentos e seus principais controles e recursos, deve manter uma disciplina de pesquisa periódica para se manter atualizado.

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