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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

O ensino fundamental e as dificuldades que a maioria possui para desenvolver algumas habilidades

O ensino fundamental e a relação com as dificuldades que a maioria dos brasileiros possui em aprender e desenvolver algumas habilidades básicas essenciais e específicas de muitas áreas / atividades

A dificuldade que muitos brasileiros têm para aprender / assimilar muitas coisas vêm do fato de a educação fundamental no Brasil ser extremamente deficiente (tal fato nem é novidade, pois periodicamente aparece nas mídias). O que muitos não sabem e que no sistema de ensino poderia ser ensinado desde cedo e não é, é a pensar, ler, analisar e interpretar de forma adequada, dados, informações, situações, cenários, gráficos e outros. Em outras palavras, deveria ser ensinado usar melhor os sentidos e o cérebro. A maioria dos professores, inclusive universitários, mesmo sendo muito bons em suas especialidades técnicas, dominando e tendo um grande conhecimento sobre suas atividades, não sabem ensinar e ou desenvolver habilidades em seus alunos e / aspirantes a alguma atividade. Pouquíssimos têm boa técnica didática e sabem ensinar, passar seu conhecimento. Em pleno século 21, com “novas” e extremamente eficientes metodologias, técnicas e conceitos de ensino, treinamento e desenvolvimento de habilidades sendo aplicadas por algumas instituições internacionais, e algumas até sendo apresentadas em mídias nacionais, a maioria dos professores brasileiros de todos as especialidades, atividades, profissões e categorias, acreditam e ou se escoram em muitos mitos, falsos conceitos e ideias antiquadas quanto a aprendizado, ensino, treinamento e desenvolvimento de habilidades.
Muitos, melhor dizendo, a maioria dos que atuam como professores / instrutores não sabem trabalhar, moldar as habilidades que deveriam em seus alunos, principalmente às ligadas ao aprendizado e desenvolvimento de outras habilidades essenciais que fazem parte e formatam a base e estrutura básica mental, intelectual e futuramente, profissional.
O ensino fundamental deveria ensinar a aprender, e não somente ensinar a fazer alguma coisa. Se algumas habilidades relativamente básicas, fossem melhor trabalhadas no ensino fundamental, o nível intelectual, nível de maturidade técnica e profissional, o bom senso, a coerência, e consequente, a média de qualidade dos profissionais, produtos, serviços, seriam muito melhores do que são.
Provavelmente devido ao modelo de ensino, muitos cursos / professores perdem muito tempo ensinando “coisas” relativamente supérfluas em comparação com outras, e não trabalham adequadamente algumas outras, de maior teor de importância.
Hoje muitas faculdades colocam um monte de disciplinas, temas e ou assuntos relativamente menos relevantes que os bases, e em alguns casos esquecem e ou não consideram temas e assuntos de extrema importância. Tudo por não promover estudos reais, sérios, coerentes e sensatos, e com isso, se basearem apenas em estudos básicos e superficiais para criar seus cursos. Devido a estes fatos e fatores, como a maioria dos cursos pequenos, informais e imaturos, provavelmente muitas universidades, professores e ou demais responsáveis se escoram em falsos conceitos e ideias antiquadas ao elaborar e desenvolver a grade curricular de alguns de seus cursos.
Tanto cursos “comuns” / convencionais / informais, quanto muitos cursos universitários e seus instrutores / professores, por falta de maturidade técnica e profissional não preparam os aspirantes, futuros “profissionais” para os aprendizados complementares, e não os ajudam a desenvolver habilidades básicas fundamentais / essenciais como as percepções sensoriais, concentração, reflexos, criatividade e outros que refletirão diretamente em sua maturidade técnica e profissional.
Professores e instrutores ruins estão em todas as áreas, porém algumas são piores que em outras. Por exemplo, a média de qualidade das autoescolas é muito baixa devido a falta de didática, de preparo da grande maioria dos que atuam como instrutores, falta de um bom método de ensino, ferramentas, dispositivos e recursos complementares mais eficientes, dentre outras coisas.
A grande maioria dos instrutores desta atividade dominam bem a direção, porém não sabem ensinar, e muitas vezes são desnecessária e excessivamente truculentos. Alguns até são simpáticos e pacientes, mas só simpatia e paciência, sem habilidade para ensinar não adianta muito para o aspirante a motorista se tornar um bom condutor. Abrindo um parêntese, não estou dizendo que o instrutor não deva ser rígido; obviamente que às vezes, em alguns casos, situações ou momentos se faz necessário uma dose de rigidez e pressão emocional, aplicada de forma didática. Em algumas atividades, como a aviação por exemplo, normalmente a grande maioria dos instrutores têm muito mais preparo, sabem ensinar e trabalhar seus alunos – o extremo oposto de atividades como instrutor de direção.
Muitos que atuam como instrutor de diversas atividades sem se preparar adequadamente, não têm maldade quanto a isso. Simplesmente o fazem por acreditar no falso conceito e ideia antiquada de que para ensinar algo, basta saber fazer / dominar o assunto ministrado / atividade. Apesar de ser fundamental e obrigação dominar o assunto, tema, atividade que se fala / ensina, existe uma grande diferença entre ensinar algo que domina sem ter técnica de ensino, e fazer o mesmo porém de forma didática, ou seja tendo técnica de ensino, treinamento e desenvolvimento de habilidades (quando necessário / requerido). Em outras palavras, qualquer um pode ensinar algo que sabe, porém, quem realmente sabe ensinar e desenvolver habilidades em aspirantes, consegue obter resultados muito melhores.
Voltando um pouco, o ensino fundamental deveria ensinar as pessoas a pensarem de forma adequada, terem raciocíno lógico, sensato. Uma das primeiras coisas que deveria ser ensinado / aprendido seria “aprender a aprender”.
Os instrutores do ensino fundamental deveriam falar sobre o QI e o QE; ensinar a usar os sentidos para captar informações / dados; ensinar a ler e interpretar informações de diversos tipos; ensinar sobre os tipos de “memória”; ensinar a lidar com erros, pressão emocional; ensinar a ter controle emocional durante o aprendizado e principalmente durante as avaliações / exames / testes, e muitas outras coisas que refletirão positivamente no aprendizado geral, desenvolvimento de outras habilidades e certamente, na maturidade e atuação profissional.

Sempre gostei de estudar assuntos ligados ao cérebro, inteligência e habilidades. Após ter me tornado instrutor da área DJ, busquei estudar e analisar o perfil de cada aluno quanto a aprendizado, assimilação e desenvolvimento de habilidades e percebi que a maioria de suas deficiências / dificuldades estavam ligadas às habilidades básicas fundamentais necessárias a qualquer tipo de estudo, aprendizado e desenvolvimento de habilidades específicas, que em minha opinião, deveriam ser trabalhadas na escola.

A falta de preparo dos professores e a responsabilidade do MEC / governo

Grande parte da culpa da falta de preparo dos instrutores e da qualidade do ensino fundamental e cursos superiores, pós graduações, mestrados, doutorados e outros, obviamente que é do MEC / governo que deveriam monitorar, fiscalizar e direcionar apropriadamente as instituições de ensino, professores / instrutores e outros de sua alçada.
A falta de fiscalização e de direcionamento apropriado leva a criação de médicos, advogados, engenheiros, professores e muitos outros tipos de profissionais extremamente imaturos, que levam muito mais tempo / anos do que o realmente necessário para amadurecer técnica e profissionalmente, simplesmente devido a treinamento inadequado.
A educação, ensino, treinamento e muitos tipos de cursos do Brasil podem ser muito melhores do que são. E não sou eu, um humilde estudioso do universo DJ, que estou dizendo – são muitos fatos, estudos, estudiosos / cientistas do assunto e algumas mídias de peso (TVs – em telejornais e documentários; revistas, jornais, grandes portais / sites e outros).
A grande prova da falta de qualidade do ensino geral brasileiro que fundamenta este artigo são os advogados, médicos e outros que estão levando muito mais tempo que o necessário para amadurecer técnica e profissionalmente. A grande maioria tem preguiça de pensar, estudar e analisar; se escoram em falsos conceitos; utilizam as tecnologias de forma inadequada, se escorando nelas ao invés de utilizá-las para ampliar seus potenciais.
Muitas pessoas não gostam, têm vergonha e ou medo de aprender, de estudar. Para a maioria todo professor é carrasco, e isso ocorre normalmente devido ao falso conceito adquirido quando criança no ensino fundamental e devido à falta de cultura e preparo da maioria dos pais que obrigam seus filhos a estudarem. A escola deveria ensinar aos pais, em simples palestras, a guiarem seus filhos, e ensinar aos alunos a gostarem de estudar. Infelizmente a maioria até hoje acha que estudar é um castigo. De geração para geração, como mostrado, a falha também é dos “pais” que por terem aprendido seguindo o mesmo conceito, de que estudar é uma obrigação e é chato, forçam seus filhos a estudarem, quando deveriam induzi-los a gostar, ter sede de conhecimento e querer ser inteligente e hábil.
Em vários países, principalmente no Brasil, muitos até desistem ou estudam por obrigação; não sabem o quanto é gratificante adquirir e acumular conhecimento e exercitar o cérebro e a percepção sensorial (sentidos). Apenas alguns poucos descobrem, mais tarde – na maioria dos casos, muito mais tarde, o prazer e a importância de estudar, aprender e desenvolver habilidades.

Fontes de conhecimentos

Este artigo é uma síntese do conhecimento adquirido ao longo de mais de duas décadas de estudos e pesquisas de diversos artigos, livros, reportagens e documentários de peso, que fundamentaram estudos, pesquisas e análises próprias de vários tipos e níveis de profundidade, somado aos conhecimentos de experiências vívidas, e experiência adquiridas na atuação prática em nossas especialidades.

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