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Uncreative place

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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

O que é inteligência?

Para se tornar mais inteligente se faz necessário saber o que é realmente inteligência, mesmo que de forma básica. Mas quanto mais conhecer sobre este assunto, mais inteligente poderá ser.

O que é inteligência? Para se tornar mais inteligente se faz necessário saber o que é realmente inteligência, mesmo que de forma básica.

Apesar de existirem algumas controvérsias, de alguns defenderem o conceito de uma inteligência única e outros de apenas alguns tipos de inteligência, no geral, dentre outros, ser inteligente é basicamente ter capacidade de aprender, captar, processar, analisar, interpretar, compreender, discernir e julgar informações, dados, situações, “cenários”; reconhecer padrões; gerar novos conhecimentos, ideias e ou teorias baseadas no conhecimento adquirido através de estudos, pesquisas e análises; é ser capaz de se adaptar a diferentes situações; gerar soluções, resolver problemas que não conhecia, nunca antes encontrados, dentro de uma ou mais atividades / temas.
Portanto, ser inteligente é basicamente ser habilidoso mental e sensorialmente, saber ler, analisar, avaliar informações, dados, interpretar problemas, cenários, situações e gerar novas ideias e soluções. Ser inteligente é ser criativo; saber tomar decisões, ter opinião própria e saber usar seus conhecimentos e habilidades da forma mais eficiente possível.
Normalmente, entre outras características, pessoas inteligentes são curiosas, tem insaciável fome e sede por conhecimento dentro de um ou mais temas / assuntos / atividades; são relativamente mais racionais, sensatas, lógicas, imparciais, sagazes, perspicazes, têm relativa facilidade em compreender e aprender quase qualquer coisa quando querem e têm uma margem de acerto maior que a grande maioria.
Neste documento e em muitos outros da série sobre inteligência e desenvolvimento de habilidades, não estamos falando de inteligência a nível de gênio, dons especiais, talentos acima do normal, e sim da inteligência que todas as pessoas normais, sem nenhum problema, distúrbio, deficiência cerebral e ou mental, podem ter, mas que a grande maioria não trabalha / molda devido a não saber, não ser adequadamente direcionada e ou devido a se escorar em mitos, falsos conceitos e ideias ultrapassadas relacionadas à própria inteligência, dom, talento, a estudo, análise, aprendizado, desenvolvimento de habilidades e outros.

Não é difícil ser inteligente

Não é fácil, mas também não é tão difícil ser inteligente. Na maioria dos casos depende do querer, começar a trabalhar, investir principalmente em tempo e se dedicar.
Conhecendo alguns conceitos, processos, procedimentos cerebrais, mentais, sensoriais, emocionais, cognitivos, dentre outros, tudo fica relativamente mais fácil em se tratando de se tornar inteligente e ou ampliar a inteligência.
Já que está aqui, deve começar lendo com atenção alguns de nossos materiais sobre este tema, e da mesma forma, ou seja, com foco, dar continuidade lendo bons artigos e matérias de boas revistas; assistindo bons filmes, principalmente bons documentários e também lendo alguns bons livros sobre inteligência, aprendizado, treinamento, desenvolvimento de habilidades e de outros temas direta e indiretamente ligados a estes. Assim entenderá um pouco sobre como funcionam suas principais ferramentas de captação e processamento de informações, o computador e sensores humanos, ou seja, o cérebro e os sentidos. Com isso terá mais facilidade em programar / reprogramar seu cérebro; criar novos algoritmos mentais ou alterar os já existentes.
Em outras palavras, terá mais facilidade em compreender seus “softwares / programas e manipulá-los” para corrigir falhas, deficiências e ampliar ainda mais seu potencial mental e sensorial geral.

Inteligência não é absoluta

Pode parecer óbvio para alguns, mas a maioria não percebe que inteligência, como muitas outras coisas, não é absoluta. Na prática, todos (sem problemas / deficiências / distúrbios cerebrais) somos inteligentes. A diferença de uma pessoa para outra está, dentre outros, na quantidade / nível de conhecimentos, habilidades (mentais, sensoriais e físicas), sabedoria, maturidade, sensatez e raciocínio lógico que cada um tem.
A inteligência de cada um é relativa a dedicação, quantidade e qualidade das informações que servem de base para sua inteligência, a que teve / tem acesso; como dito acima, ao nível de maturidade, sensatez e vários outros citados em todo nosso material que faz parte desta série.

 

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