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Uncreative place

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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

O relativo nível de inteligência, sabedoria e a relação interpessoal

Por diversos motivos muitas pessoas verdadeiramente inteligentes, à frente de seu tempo; com conhecimentos, ideias, conceitos relativamente avançados, se isolam, se fazem de bobas, se adaptam a papos pouco produtivos (inteligentes), especialmente em eventos sociais, festas e encontros de amigos.

Pessoas mentalmente (intelectual e emocionalmente) relativamente mais hábeis, ou seja, verdadeiramente inteligentes, têm dificuldades em se relacionar, se comunicar com a maioria das pessoas devido principalmente a incompatibilidade de papos, assuntos, temas, ideias, conceitos, visões, níveis de conhecimento, sensatez, coerência, maturidade e outros. Algumas vezes até entram em atrito devido principalmente a má interpretação por parte dos mentalmente menos hábeis, que muitas vezes possuem opiniões formadas baseadas em senso comum, mitos, falsos conceitos, ideias antiquadas e falsas verdades. A maioria das pessoas é “Maria vai com as outras”, não tem sensatez, raciocínio lógico e consequentemente não tem opinião própria, o que dificulta um papo mais coerente, porém claro, com divergências naturais, inteligentes e plausíveis.

O atrito também pode surgir ou aumentar quando a pessoa com conhecimento mais plausível e com maior nível intelectual tenta expor suas ideias e conceitos para mostrar como as coisas são de fato. Já alguns mais sábios, tentam mostrar a realidade, pontos de vistas mais lógicos, racionais, corretos, porém depois, ao perceber o insucesso de suas boas intenções, para não gerar, minimizar conflitos e ou para não ser desagradável, arrogante, de forma diplomática acabam muitas vezes concordando com o que de fato não concorda, e até reconhecendo que está errado, sem estar. Muitas pessoas inteligentes normalmente não têm paciência com pessoas que falam bobagens para aparecer, mostrar ser inteligente. Somente sábios suportam e têm paciência para quase que qualquer situação.

Por motivos já citados muitas pessoas verdadeiramente inteligentes preferem se isolar, acabam preferindo ser sozinhas ou ter poucos amigos. Para não parecer antipático / antissocial, quando alguns dos que lhe são próximos não tem seu nível de conhecimento, intelectual e consequentemente não tem os mesmos papos, mesmo que o assunto deles não seja de seu interesse, estes procuram se adaptar rapidamente e por isso muitas vezes agem, ou em alguns casos realmente se passam por bobos e até por ridículos.

Por outro lado, muitas das pessoas relativamente mentalmente menos hábeis, menos sábias, normalmente devido à falta de acesso a informações, conteúdos realmente de qualidade, sensatos, coerentes, inteligentes, imparciais e ou fundamentados, perante pessoas relativamente mais inteligentes, sensatas, que tiveram acesso a conteúdo como os citados, não compreendem os papos e ou intenções dos relativamente mais hábeis e preparados. Com isso, muitos se sentem diminuídos e ao invés de ficarem próximos a quem realmente sabe, de quem tem mais preparo, procurar compreender, aprender e ampliar seu conhecimento, campo de visão com eles – como disse em outras palavras – acabam peitando e tentando impor suas ideias “erradas”, falsas verdades em que acreditam, levando, às vezes, a atritos.

Hoje a maioria das pessoas tem vergonha de assumir, não admitem que não sabem; muitos dizem saber algo mesmo que não saibam; e se sabem um pouco, dizem saber mais do que o que realmente sabem, só para não ficarem por “baixo”, quando deveriam querer ser um discípulo de pessoas sábias – conceito antigo que há décadas vem se perdendo cada vez mais rapidamente, justamente devido a grande maioria não querer assumir que não sabe e ou não compreende alguns conceitos.

Saiba mais sobre Mestres e Discípulos no artigo Para ser um grande mestre, seja pelo menos um bom discípulo

 

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