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Uncreative place

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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

A prostituição comercial

Em áreas profissionais / comerciais, o termo “prostituíção comercial” se aplica basicamente a degradação, banalização, vulgarização de um produto, serviço, atividade profissional ou de todo um mercado, onde qualquer um, sem um mínimo de preparo, condicionamento necessário / adequado atua desenvolvendo e / ou vendendo ilusão, produtos de baixa qualidade e / ou eficiência, sem as mínimas condições necessárias para serem comercializados. Relembrando o que disse na introdução deste especial (conjunto de artigos), a preguiça, acomodação, relaxamento, ganância, pressa, ansiedade para ser famoso e / ou rico, falta de estudos, pesquisas, preparo, condicionamento mental e físico, falta de visão comercial, maturidade e auto-avaliação, são alguns dos maiores culpados pela prostituição comercial. Muitos tentam acabar ou pelo menos diminuir a prostituição comercial, mas muitas vezes por também não terem o preparo adequado, acabam piorando a situação, levando a nada, e pior, promovendo injustiça comercial. Em outras palavras, combater a prostituição comercial de forma errada, ao invés de pelo menos minimizá-la, acaba prejudicando o mercado ainda mais, aumentando-a, e gerando mais injustiça comercial do que já existe.
Muitos tentam acabar com a prostituição comercial apenas impondo regras, criando leis, gerando burocracia, seguindo falsos conceitos, sem base, fundamentos e sem nenhum estudo, pesquisa ou investigação técnica. Mas infelizmente muitas vezes a “Burrocracia” exclui quem realmente é bom e está tecnicamente preparado mas não tem como superar os trâmites legais burocráticos, e contribuem com o oportunismo permitindo que pessoas sem um preparo adequado consigam com mais facilidade que pessoas bem preparadas e boas de verdade, através de meios não convencionais, burlar toda ou parte da burocracia.
O pior é que muitos dos que tentam minimizar a prostituição comercial, também são aventureiros e / ou oportunistas já que não tem o preparo e conhecimentos adequados. Alguns inconscientemente, não percebem, normalmente por falta de bom senso, coerência e raciocínio lógico. Infelizmente, quem realmente tem poder é que deveria saber e contribuir com o melhoramento do mercado quanto à diminuição da prostituição comercial e aumento da qualidade do mesmo em vários pontos, mas não sabem e / ou não contribuem; muito pelo contrário, ampliam ainda mais, sustentando falsos conceitos. Muitos dos que têm poder para ajudar o mercado não têm conhecimento nem para ajudar a si próprios. Como poderiam então contribuir com o mercado?
O meio mais fácil e simples de minimizar ou acabar com a prostituição comercial em diversas áreas, atividades e comércios, em especial a de DJ tratada neste material, é sendo transparente, claro, informando e conscientizando, mostrando o que é, como acontece e quem promove / patrocina, direta ou indiretamente, intencional ou inconscientemente (sem má intenção). Desta forma deixaria todos cientes, permitindo a cada pessoa saber o que é, como comprar, a diferença entre um produto bom de verdade para um produto de baixa qualidade / eficiência, e etc. Uma frase comum é “o barato sai caro”. Mas saiba que muitas vezes o caro pode sair muito caro e o barato pode sair muito barato dependendo de uma série de fatores ligados ao custo do produto versus sua qualidade e / ou eficiência. Saber comparar e escolher um produto levando em conta o custo x beneficio do mesmo, é uma forma de combater a prostituição comercial.
Infelizmente até profissionais bons de verdade incentivam, apóiam e promovem a prostituição comercial intencionalmente ou não, e muitas vezes, devido a falsos conceitos. Na indústria da ”diversão noturna”, DJs, promoters, instrutores, produtores e a mídia “especializada” contribuem e incentivam, promovem direta ou indiretamente a prostituição comercial, e muitas vezes não percebem que estão prejudicando a si próprios com uma política comercial inadequada e sem eficiência.
Apesar de terem algumas diferenças e particularidades técnicas entre o aventureiro e o oportunista, a maioria das características de ambos se somam, se fundem em um único indivíduo. Em textos distintos tentei mostrar o perfil de cada um individualmente. Para entender melhor este assunto, fugir ou não se tornar um oportunista, aventureiro e nem contribuir com a prostituição comercial, sugiro que leia outros textos / artigos sobre o assunto neste site.

Vs: 1.0 Pt: 02 de 15 (Rg 2008)

 

 

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