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Uncreative place

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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Insensatez, incoerência “consciente” e subconsciente

Artigo 8 da série: Insensatez

A insensatez pode ser “consciente”, intencional, de propósito, mas apenas de forma figurada, pois, na realidade não existe insensatez consciente. Os sentidos dos termos se conflitam. Em outras palavras, se é insensato, não pode ser consciente, intencional.
Quando pessoas cometem atos insensatos de forma consciente, na realidade não passa de malandragem, malícia (falta de vergonha na cara); falta de conhecimento, fundamentos ou por burrice. A insensatez é basicamente subconscientemente, por inocência, ingenuidade, falta de bom senso, ou por algum tipo de deficiência mental.

Em pessoas normais, sem distúrbios mentais direto ou indiretamente relacionados, bom senso e sensatez têm forte relação com raciocínio lógico e nível de maturidade, e ambos dependem do meio e forma que somos criados, direcionados pelos pais, professores, “escolas”; do tipo, teor e qualidade dos conhecimentos adquiridos, e outros, ao longo principalmente de nossa infância, pré-adolescência e adolescência – períodos em que são desenvolvidas grande parte de nossas principais habilidades, inclusive a sensatez.

 

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