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Uncreative place

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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Insensatos especialistas em comportamento e saúde mental

Artigo 7 da série: Insensatez

Para mostrar como a falta de bom senso, sensatez, é séria, até mesmo muitos dos profissionais ligados a estudos comportamentais e de saúde mental, que deveriam ser super sensatos e trabalhar seus clientes / pacientes para os equilibrar, os tornar mais sensatos, são bastante insensatos. Alguns durante as sessões de terapia até trabalham seus pacientes de forma subliminar, imperceptível a leigos, com jogo de frases, palavras, para manter, ou mesmo aumentar um pouco mais suas insensatezes, visando não “perdê-los” como pacientes, pois se tratá-los de forma adequada e eficiente como poderia e deveria, em algum momento o paciente não necessitará mais de seus serviços, e obviamente o perderá como fonte de faturamento. Estes terapeutas, em suas imaturidades comerciais e insensatezes, não enxergam que se realmente forem bons e eficientes, os clientes “curados” e ou seus parentes / entes queridos, ficarão satisfeitos, agradecidos e certamente falarão bem deles, aumentando assim sua credibilidade e reputação profissional, e consequentemente comercial, o que lhe trará mais clientes e os fará economicamente, certamente, cada vez melhores.
Já testemunhei situação onde claramente dava a entender que o psicólogo trabalhava seu paciente de forma que o mesmo não pensasse com sua própria cabeça, quando pelo que pude perceber, levando em consideração fatores lógicos e situações, a “alta” era plenamente possível, como disse acima em outras palavras, mas não acontecia, visando que a pessoa fosse sempre dependente de seus serviços e consequentemente, que continuasse como sua paciente. Neste caso tinha mais um agravante: a família era muito rica e alguns membros, especialmente a paciente e também serviçais interesseiros, passaram a ter grande estima pela profissional que se tornou grande “amiga”, praticamente um membro da família, e com isso, além de uma excelente remuneração, a profissional tirava grande proveito, sempre ganhando muitos presentes de forma induzida, através de manipulação.
O filme biográfico norte americano de 2014 Love & Mercy (The Beach Boys: Uma História de Sucesso (título no Brasil)), mostra um caso muito sério de um psicólogo que manipulava o talentoso e renomado músico e compositor Brian Wilson, co-fundador da banda The Beach Boys. Tirando a convivência diária do psicólogo com o compositor, e o fato de receitar e ministrar indevidamente “remédios” / drogas (devido a sua especialidade profissional) dizendo que era para o bem do artista, mas que na realidade alteravam o comportamento de seu paciente, existem muitos casos similares quanto a controle e manipulação. Esta é uma prática bastante comum entre psicólogos, psicanalistas e psiquiatras sujos, sem a mínima ética profissional. Tirando os remédios / drogas, o caso que testemunhei citado acima tem muitas semelhanças com o do músico e compositor Brian Wilson.

 

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