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Uncreative place

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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Os alimentos e as habilidades mentais / inteligência

Os alimentos e as habilidades mentais / inteligência

Por falta de recursos, especialmente financeiros, por falta de tempo ou simplesmente por ignorância, a maioria não utiliza a alimentação para aumentar seu potencial, especialmente intelectual.

Existem alimentos que se utilizados de forma adequada, ampliam significativamente a curto, médio e ou longo prazo nosso potencial em relação ao aprendizado, desenvolvimento de habilidades e aplicação prática. Obviamente que também existem os que exercem efeito contrário, ou seja, os que “diminuem” nosso desempenho físico e mental. Além disso, tudo depende também de combinações que podem ampliar ou reduzir ainda mais nossa dinâmica, potencial. Algumas combinações podem neutralizar ou mesmo equilibrar os efeitos uns dos outros.

Praticamente todo alimento de origem animal ou vegetal, de alguma forma, aumenta ou reduz nosso potencial durante algum tempo (horas) pois possui substâncias estimulantes ou desestimulantes / relaxantes. Alguns têm efeitos quase que “imediatos”, outros, efeitos mais retardados, assim como a duração e intensidade. Alguns alimentos, ervas, chás e temperos têm efeitos expressivos, nítidos, facilmente percebidos por quem tem autoconhecimento, se observa; já outros, os efeitos são muito sutis, difíceis de serem percebidos até por quem tem excelente percepção e autoconhecimento. Em alguns indivíduos os efeitos são mais duradouros que em outros devido a sensibilidade, combinação de outros alimentos e outros fatores.

Além disso, alguns alimentos, bebidas, chás, sucos e temperos em um primeiro momento geram uma reação, e depois, o inverso. Em outras palavras para ficar mais claro, existem os que em um dado momento geram uma reação / efeito, e depois, o efeito contrário, ou seja, pode em um momento elevar significativamente nossa dinâmica, nosso potencial geral, cognição, criatividade, nos deixar mental, sensorial e fisicamente mais ágeis / habilidosos, aumentar a percepção, assimilação, absorção, processamento e armazenamento / memorização de informações, e como efeito colateral, após passar sua ação, deixam a pessoa sem dinâmica, desestimulada e até mesmo depressiva, na mesma ou em maior proporção que os benefícios gerados. Em muitos casos, para passar a depressão é necessário ingerir alimentos que sejam estimulantes. Da mesma forma, existem os alimentos que podem nos deixar lerdos, mentalmente preguiçosos e nos dar muito sono.

“Ironicamente” muitos dos alimentos que pouco após sua ingestão geram relaxamento, “preguiça” mental e até dão sono, são grandes aliados de nossa inteligência se consumidos de forma adequada (no momento oportuno) para diminuir nossa adrenalina, dormir bem e com isso descansar o cérebro, que após uma boa noite de sono, trabalha de forma mais eficiente, e tudo fica mais claro, fácil de entender.

Como na alimentação, sono não é quantidade, mas sim qualidade e rotina. Para melhores resultados quanto a aprendizado e desenvolvimento de habilidades, em conjunto com a alimentação adequada, o ideal quanto ao sono é dormir sempre que possível em um determinado horário, e uma quantidade que realmente satisfaça suas necessidades. Dormir e se alimentar em horários e quantidade muito variáveis é um grande inimigo para nossa saúde, e também do nosso cérebro e capacidade cognitiva. Nosso corpo e cérebro trabalham com ciclos, e quando respeitados estes ciclos da melhor maneira possível os benefícios são relativamente melhores.

Para a maioria das pessoas, os alimentos relaxantes mentais, que “geram preguiça” mental, agem normalmente de forma subconscientemente naqueles que não são observadores, e, consequentemente, não vinculam os efeitos ligados a alimentação e nem também de outros fatores a sua “leseira”. Com isso muitos acabam achando que têm dificuldade em aprender, que não são inteligentes e têm o falso conceito de que para ser bom em algo precisa ter dom, talentos especiais. Não se engane. Observe sua alimentação e suas reações; pesquise sobre legumes, verduras, cereais, oleaginosas (castanhas); alimentos estimulantes, calmantes e energéticos, e se for o caso, consulte um verdadeiramente bom profissional da nutrição. Lembre-se: muitos profissionais são lixos; um pedaço de papel chamado certificado, na maioria dos casos não vale nada. O realmente importante é o potencial intelectual do profissional e o comprometimento com o objetivo da profissão (ou qualidade profissional), e não somente com seus lucros.

 

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