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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Os estimulantes / “energéticos” naturais e sintéticos / artificiais

Os estimulantes / “energéticos” naturais e sintéticos / artificiais

O lado positivo, negativo, os benefícios e malefícios dos “energéticos” / estimulantes na ampliação do potencial intelectual, na prática de exercícios e em festas / entretenimento em geral.

Os estimulantes, muitas vezes erroneamente chamados de energéticos naturais (café, guaraná, ginseng e outros) ou sintéticos / artificiais (bebidas e comprimidos / cápsulas “energéticas”), classificados como drogas ou não, são rápidos e eficientes, porém o uso relativamente prolongado sem descanso, além de possíveis danos à saúde, pode gerar vício / dependência e não gerar mais o efeito desejado, como o caso dos que contém cafeína ou outras substâncias estimulantes.
Em praticamente todos os casos, para voltar a ter efeito muitas vezes é necessário aumentar a dose provocando ainda mais dependência. Isso é o mesmo efeito provocado por qualquer outra substância em nosso organismo, incluindo os remédios e as chamadas drogas ilícitas.
No caso dos estimulantes o ideal é dar um tempo, “desintoxicar” o organismo e depois quando sentir necessidade voltar a tomar e em doses bem pequenas pois após a “desintoxicação” normalmente, na maioria das pessoas, o organismo voltará a estar mais sensível e reagirá quase que dá mesma forma de quando começou a tomar a substância.
Em muitos casos, como na dependência de cafeína e de várias outras substâncias, a desintoxicação não pode se dar de uma vez ou muito rapidamente, pois dependendo do tempo que a pessoa toma café ou outro que contenha a substância em questão, a parada repentina pode provocar fortes dores de cabeça dentre outros sintomas desagradáveis, e até relativamente perigosos. O ideal é ao longo de alguns dias, ir primeiramente diminuindo aos poucos a dose, e alguns dias depois começar a diminuir a frequência, até parar completamente.
Dependendo de cada caso, este processo pode levar de dias a semanas. Após parar completamente, deve passar o máximo de tempo possível sem usar estimulantes ou produtos que contenham a substância a qual quer eliminar de seu organismo ou até parar completamente de usar.
Só para deixar claro, muitos produtos vendidos / consumidos ditos energéticos não são de fato energéticos por não possuírem ou possuírem quantidade praticamente irrelevantes de substâncias energéticas, mas sim possuírem propriedades estimulantes relativamente altas.

 

O uso inadequado de estimulantes e os efeitos indesejados

A maioria faz uso errado / inadequado de substâncias estimulantes, ingerindo sem estar bem alimentado e ou já estando extremamente cansado, o que além de aumentar os riscos de problemas de saúde, não gera o resultado esperado. Para melhores resultados e melhor eficiência no uso de estimulantes, tanto para atividades físicas quanto mentais, se faz necessária uma boa alimentação, principalmente com propriedades energéticas, ou seja, que realmente forneça energia.
Visando que a maioria dos que fazem uso de estimulantes, não tem uma alimentação adequada, normalmente por relaxamento e ou falta de tempo, o uso de complementos alimentares pode ser bastante útil. Isso não significa que não deva buscar se alimentar adequadamente, mas sim que em caso de não se alimentar corretamente, até que possa, deve compensar com algum complemento para evitar danos maiores.

 

Estimulantes para ampliar o potencial mental

Para fazer uso de estimulantes objetivando ampliar o potencial cerebral, ou seja, a captação e processamento de informações, desde um simples café até os sintéticos (enlatados, comprimidos / cápsulas e outros), deve ter muito autoconhecimento, autocontrole, conhecer e reconhecer as reações e os efeitos positivos e negativos para não perder o controle.
O uso de estimulante com intenções de ampliar o desempenho intelectual (mental e sensorial) pode gerar outro efeito indesejado, na realidade levando ao oposto dos nossos objetivos, ou seja, pode fazer “perder” o foco se não buscarmos controlar nossa mente e nos concentrar de forma adequada naquilo que é o objetivo, logo após sua ingestão. Em muitas situações, subconscientemente após ingerir algum estimulante para estudar algo o indivíduo acaba “viajando”, direcionando sua atenção / foco para outra coisa e não consegue focar no que deveria.

 

A combinação ideal para se obter grandes resultados especialmente intelectuais

O uso de estimulantes de forma adequada, com frequente boa alimentação, principalmente a que fornece energia, especialmente nutrientes para o cérebro como alguns tipos de castanhas e outros tipos de alimentos com substâncias importantes para o cérebro como o ômega 3, somados também a prática frequente de exercícios e mantendo o corpo muito bem hidratado, podem juntos elevar nosso potencial a limites inimagináveis. Para colher os frutos desta mistura basta saber administrar e combinar tudo que foi dito.

 

Efeitos colaterais perigosos dos estimulantes / “energéticos”

Efeitos comportamentais / emocionais negativos

Assim como muitas drogas pesadas, o uso de estimulantes / “energéticos” de todos os tipos – sintéticos, como os enlatados, e em cápsulas ou naturais, como o café, guaraná em pó e ginseng, geram efeitos colaterais perigosos, principalmente por serem pouco perceptivos especialmente por parte de pessoas sem conhecimento sobre o assunto e sem autoconhecimento.
Após passar o efeito desejado, como efeito colateral sente-se tristeza, depressão e “aperto” no coração. Todos temporários, que podem durar algumas horas, e quanto maior a dose e ou tempo de uso, maior o nível e o tempo da sensação de tristeza, depressão e de “coração apertado”.
Para fazer um bom uso dos estimulantes, deve aprender a ler e interpretar seus sentimentos e sensações, saber controlar e sair de tristezas e depressões, preferencialmente de forma natural, sem uso de novas doses para não se tornar algo mais sério, como um vício.
Muitos se viciam devido a não perceber, nem entender os efeitos com isso recorrem a novas doses de estimulantes para se sentirem melhor, entrando assim em um ciclo vicioso. Se tiver autoconhecimento, autocontrole e souber perceber, reconhecer os efeitos, poderá esperar o mesmo passar, ou melhor, ir contra ele e voltar ao normal.
Em último caso, se realmente necessário e tendo cuidado, poderá até tomar outra dose para o efeito passar rápido, mas esta deve ser bem pequena, uma fração da que provocou o problema; o suficiente para ficar normal e não super estimulado. Mas fazer algo estimulante como praticar uma atividade esportiva, fazer algo que goste muito, que o deixe alegre, animado, assistir um filme alegre, divertido, de ação e etc, pode fazer os efeitos negativos – tristeza e depressão – passarem mais rápido.

 

Efeito negativo para saúde

Os estimulantes forçam muito alguns órgãos, especialmente o fígado e os rins. Para minimizar seus efeitos negativos deve evitar abusos e no caso dos rins deve também tomar muita água. Além da água ajudar a minimizar problemas nos rins, ela mantêm nosso cérebro bem oxigenado, o que potencializa significativamente o potencial mental.

 

É um grande erro usar estimulante de forma demasiada e ou apenas para se manter acordado, sem uma excelente justificativa como maximizar a aquisição de conhecimento e construção de habilidades.

 

Como pode notar, os estimulantes podem ajudar muito, mas também podem gerar efeitos indesejáveis se mal administrados, principalmente sem um bom autoconhecimento.

 

Para saber mais:

Para saber mais sobre energéticos, estimulantes; seus efeitos colaterais, alimentação adequada – tanto para estudos quanto para a prática de esportes – e ou outros, pesquise de forma sensata e ou consulte um verdadeiramente bom profissional da nutrição.

 

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