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Uncreative place

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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Ser inteligente (estudioso, curioso, inovador) é muito divertido

A maioria dos humanos, especialmente dos sul americanos, devido a conceitos aprendidos desde criança, não gosta de estudar e ou trabalhar, e com isso, é relativamente menos feliz em suas atividades, estudos e ou trabalhos.

A maioria, devido principalmente a conceitos aprendidos desde criança, na escola e em casa, devido também a escolhas erradas e ou a péssima experiência quanto a estudo e ou trabalho, entre outros, tem o falso conceito fundamentado em sua mente de que estudar e ou trabalhar é chato e ou ruim.

E isso é um dos grandes limitadores do potencial pessoal, profissional e até de um país inteiro. O aspirante a ser inteligente deve ter sede de conhecimento, gostar de estudar e trabalhar muito para formar e ampliar cada vez mais sua base de conhecimento, habilidades, e consequentemente, sua inteligência.

Quem estuda ou faz o que quer, o que gosta, não tem o pensamento de que trabalhar é ruim – pelo contrário – se diverte muito com o que estuda e faz. Na realidade quem estuda e faz o que gosta se sente entediado com atividades que a maioria classifica como diversão, pois se diverte muito mais com seus estudos, pesquisas, análises e trabalhos.

O indivíduo que se dedica muito naquilo que gosta pode ser confundido com um workaholic (viciado em trabalho) no sentido pejorativo; porém é diferente, pois o workaholic que faz o que gosta não está preocupado com ganhos, nem obrigação de fazer algo, mas está, simplesmente se divertindo, curtindo o que faz.

Quem realmente faz o que gosta, larga qualquer programa de fim de semana que não tem uma relação direta, ou pelo menos indireta com suas paixões, para “estudar” ou “trabalhar” no que gosta (onde relativamente se diverte mais).

Portanto, em outras palavras, o hobby, lazer, diversão de quem faz o que gosta são seus estudos, pesquisas, investigações, testes, observações, análises e trabalho. Isso torna pessoas verdadeiramente inteligentes ainda mais reclusas. Porém estas pessoas são relativamente mais sociáveis, se divertem e são felizes quando estão com pessoas, inclusive cônjuges, que também fazem o mesmo, que têm gostos próximos ou pelo menos direta ou indiretamente relacionados e que certamente os papos são comuns. Em outras palavras, quando pessoas inteligentes encontram outras com nível intelectual próximo e ou pessoas dispostas a aprender, eles se sentem como “pinto no lixo”, falando “a mesma língua”, debatendo temas; expondo suas ideias, pontos de vista que pouquíssimos sem a mesma média intelectual realmente compreendem ou fazem força para entender.

Na realidade a maioria acha chato o papo de pessoas verdadeiramente inteligentes, e vice-versa. Muitos podem não entender, mas se observarem, perceberão que isso é um fato.

Muitas pessoas que fazem o que gostam de verdade não sentem falta de multidão, grande quantidade de “amigos” – pelo contrário – preferem poucas pessoas, quanto menos melhor, no máximo alguns poucos amigos, e um relacionamento mais sério. Exceto, obviamente, neste caso, às pessoas que gostam de atividades ligadas a multidões.

A grande maioria das pessoas estuda e trabalha no que não gosta de verdade, e com isso não é de fato feliz em suas atividades, o que na maioria dos casos representa relativa grande parte de suas vidas; e destes, alguns poucos conseguem ser felizes com hobbies, prazeres que podem pagar e ou com grande quantidade de “amigos”. Mesmo assim a grande maioria destes é muito menos feliz que pessoas que fazem o que realmente gostam, o que de certa forma une o útil ao agradável.

A felicidade não é absoluta, mas sim, relativa a cada divisão / campo de nossa vida (estudos, trabalho, relacionamentos, amizades, família e outros). Portanto, o trabalho e os estudos também devem ser gratificantes, divertidos; caso contrário, será infeliz em grande e importante parte de sua vida.

Para quem escolheu errado, não é o fim do mundo. Dá para consertar.

É possível aprender a gostar de estudar, trabalhar, inclusive naquilo que tem aversão. Mas para isso deve abrir o “coração” e a mente, e se dedicar.

No início, obviamente que não será fácil e será bastante artificial, mas após algum tempo se acostumará, se tornará natural, e depois, se realmente abriu a mente, passará a gostar e até poderá se apaixonar por aquilo que detestava.

Em todas as atividades, profissões e ou especialidades, certamente há coisas que gostamos e outras que não nos atraem, ou até mesmo detestamos estudar / fazer. Por isso muitas vezes para entender ou fazer o que gostamos se faz necessário aprender até mesmo o que odiamos. Porém tudo se torna relativamente muito mais fácil se fizer um pouco de força para reprogramar sua mente e passar a gostar, pelo menos um pouquinho.

Fazendo isso, certamente estudar e trabalhar será mais gratificante e se sentirá mais feliz – o que consequentemente contribuirá muito com o desenvolvimento e aperfeiçoamento de habilidades, inteligência e todo seu potencial.

Para terminar, gostaria de deixar bem claro, que tudo que disse, e o fato de alguém se divertir com seus estudos e trabalho não significa que o indivíduo não gosta, não se divirta, não se emocione também com atividades específicas de entretenimento e lazer; significa apenas que estudar e ou trabalhar com o que gosta gera tanta emoção, satisfação e prazer quanto atividades que só têm o intuito de divertir.

Como exemplo, um cirurgião pode sentir tanta emoção, satisfação e prazer com seu trabalho, realizações, conquistas profissionais quanto jogando uma pelada na praia; assistindo uma partida de futebol com seus amigos; saltando de paraquedas, voando de asa delta; batendo um bom papo com amigos, assistindo um bom filme; dançando e ou qualquer outro tipo de atividade que também goste, em alternativa a sua amada profissão e ou estudos.

Veja mais sobre “Aprender a gostar de uma atividade / tema, reprogramar a mente e quanto a desenvolvimento de habilidades” em outros artigos de nosso site.

 

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