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Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Matérias, artigos, reportagens compradas e a concorrência desleal

Artigo 9 da série: Jogo sujo e concorrência desleal

Matérias, artigos, reportagens compradas e a concorrência deslealAlém do uso de forma suja da publicidade, muitos fazem uso também, de artigos, matérias e reportagens tendenciosas compradas de forma complementar.
”Comprar” artigos, matérias em jornais, revistas e outros veículos de comunicação para se destacar, destacar um produto, serviço ou profissional, muitas vezes se caracteriza concorrência desleal. Esta prática só não se caracteriza concorrência desleal quando é feita de forma transparente, deixando claro o fato, e isso normalmente é feito quando escrito “informe publicitário” ou outro de forma explícita, no rodapé ou outro local da reportagem, artigo, matéria, em revistas, jornais ou outras mídias.
Em alguns casos não há uma compra direta, mas sim uma troca entre a mídia e seu anunciante. Muitas mídias para incentivar a venda de espaço / publicidade na mesma, prometem a seus clientes que farão reportagens, matérias as quais seus clientes que dão mais lucro farão parte da mesma, ou seja, serão entrevistados e ou citados “informalmente”, como se fosse uma consulta, entrevista natural, despropositada. Quando conveniente criam matérias, reportagens, artigos tendenciosos onde seus melhores clientes dentro de um mercado, segmento, categoria / tipo de produto ou serviço, de forma indireta, subliminar ou mesmo em alguns casos de forma direta, são favorecidos, ficam em destaque, são entrevistados e ou citados.
Nestes casos, estas matérias, artigos, reportagens são partidárias, buscam influenciar o consumidor de forma indireta, levando os mais ingênuos, que representam a grande maioria, a acreditar que estes são bons e até os melhores, já que estão sendo consultados, entrevistados. Obviamente, neste caso se classifica jogo sujo, concorrência desleal e prejudica até anunciantes menores que não se “classificaram”.
Posso citar vários exemplos por vários ângulos, mas usarei para exemplificar apenas um produto da moda: os DJs. Um curso de DJ anuncia sempre em uma mídia (TV, jornal, revista, rádio); assim que oportuno, esta mídia faz uma matéria, artigo ou reportagem sobre música, DJ ou outro assunto direto ou indiretamente relacionado, e sem deixar transparecer que é uma publicidade, fala de cursos, treinamento, aprendizado e mesmo seus clientes não sendo tão bons ela os consulta, entrevista e cita de alguma forma direta ou indireta o nome dos instrutores e ou do curso, elevando assim significativamente suas reputações, credibilidades. Em alguns casos, para não deixar muito evidente, um ou outro de fora, normalmente não concorrente, também são consultados e citados, porém de forma bem mais sutil, discreta, menos destacada em comparação à seus clientes / anunciantes.
As equipes das mídias sabem que na cabeça da maioria dos seus leitores / telespectadores uma matéria, artigo e ou reportagem têm muito valor, força, peso, poder e complementa / reforça a propaganda / publicidade direta. Sabem que a maioria das pessoas irão achar que se está no artigo, na reportagem é porque são realmente bons; a maioria das pessoas segue a credibilidade, o peso do nome / fama da revista, jornal, TV, mídia em questão. Porém tudo não passa de estratégia de marketing para ludibriar os ingênuos do mercado, os consumidores / clientes.
Tendo dinheiro para comprar publicidade, matérias tendenciosa, pode-se se destacar, ficar renomado facilmente; quanto mais dinheiro se tem mais pode se destacar e ficar famoso. Até aí não é jogo sujo, concorrência desleal; passa a ser concorrência desleal quando se usa estes mecanismos para entrar, se destacar e se manter em um mercado sem ter o preparo, qualidade e eficiência adequada e ou para rebaixar, limitar de alguma forma injusta os outros concorrentes. Boa estratégia de marketing especialmente boas publicidades / propagandas, podem transformar lixo – produtos, serviços de baixa qualidade e eficiência, pessoas, profissionais, sem preparo, sem conhecimento e ou habilidade mínimas adequadas – em fenômenos comerciais.
Tendo dinheiro ou alguma moeda de troca não ortodoxa aceita pela “mídia”, publicitários, para investir em estratégia comercial, marketing, publicidade, propaganda, qualquer produto, pessoa, profissional pode se tornar o maior, “o melhor” sem realmente ser. É muito fácil mostrar / ver este fato.

Outros artigos da série:
Jogo sujo e concorrência desleal


 

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