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Um espaço com visual e conteúdo jovem

Após alguns anos escrevendo como colaboradora para alguns blogs, Bianca Caroline, uma jovem estudante apaixonada por livros, filmes, séries, músicas e várias outras artes, resolveu criar seu próprio espaço na grande rede e em Agosto de 2016 começou a disponibilizar artigos, análises, críticas e indicações de arte em geral.

Moedas, compras, vendas não ortodoxas, propina, se vender e lobby

Jogo sujo, concorrência desleal, moedas de compras e vendas não ortodoxas (propina, presentes, drogas, sexo)
Artigo 15 da série: Jogo sujo e concorrência desleal

Corromper, dar propina, “presentear”, comprar privilégios; gerar facilidades e se vender são alguns recursos, ferramentas, práticas da concorrência desleal

Dar presentes, prestar favores, fazer uso de um ou mais dos diversos tipos de moedas não ortodoxas de forma direta ou indireta para “comprar”, subornar políticos, governantes, advogados, juízes; fiscais, secretários, presidentes de órgãos, associações, sindicatos e qualquer outro tipo de profissional em troca de favorecimentos, facilidades, privilégios e ou informações privilegiadas, é uma prática muito comum de concorrência desleal. Periodicamente a mídia registra e publica alguns casos. Porém o que a mídia pública, mostra, é apenas uma pequena parcela do que realmente acontece.
Muitos filmes, vários baseados em histórias reais mostram por diversos ângulos que todo mundo tem um preço. É triste, mas infelizmente é fato. Não é difícil perceber que é verdade, pois mesmo contra a vontade até mesmo pessoas extremamente honestas, quando se veem em apuros, sem saída, cedem, se vendem, especialmente quando há uma pessoa amada a beira da morte, necessitando urgentemente de tratamento, cirurgia, remédios caros que obviamente dependem de dinheiro. A única diferença é que muitos se vendem por pouco e facilmente, outros por ganância e alguns só por extrema necessidade. Os que se vendem por real necessidade, na maioria dos casos, jamais se perdoarão, outros se corrompem de vez. Normalmente quanto mais se tem, mais se vende. Pelo que podemos perceber na mídia, os políticos, governantes, advogados, juízes, promotores, profissionais que deveriam promover a justiça, a lei e a ordem, estão entre os que mais se vendem, mais corruptíveis.
Ninguém consegue se manter íntegro por muito tempo, pelo que pudemos perceber. Mesmo que inconscientemente, sem perceber, não há ninguém que nunca fez uso de alguma prática da concorrência desleal em algum momento de sua vida. Enfim onde tem dinheiro, poder, tem propina, corrupção, jogo de interesse e várias outras práticas da concorrência desleal.

Lobista – ferramenta, instrumento da concorrência desleal para obter vantagens comerciais

Algumas empresas e as grandes corporações, além de várias outras práticas da concorrência desleal, também fazem uso de lobistas para influenciar, comprar políticos, governantes; negociar facilidades, troca de favores; “vencer licitações”; impedir que sejam criadas normas, leis e regulamentações que possam de alguma forma limitar e ou “prejudicar” seus gordos lucros, e obviamente para a criação e ou aprovações de leis e outros que o favoreçam, facilitem a obtenção de mais lucros, e que prejudicam clientes, consumidores e concorrentes.
Para quem não sabe, o lobista é uma pessoa normalmente com influência política, que representa grandes corporações, empresas, empresários, que ganha para fazer a ponte, negociar, comprar, “manipular” políticos e governantes. Empresas e corporações os utilizam quando não querem e ou não podem aparecer, influenciar de forma direta decisões políticas, governamentais que os favoreça, prejudiquem concorrentes e ou consumidores, clientes. O lobista é uma ferramenta, instrumento, muito importante da concorrência desleal a favor de grandes empresas, corporações e contra consumidores, mas que nos Estados Unidos é “regulamentado” / permitido.
Apesar de ser prática comum de grandes corporações, empresas e de mega empresários, profissionais liberais, microempresas e pequenos empresários também fazem uso desta prática ou seja, também tem alguém que atua intermediando, negociando como “lobista” com poderes maiores.

Uso de moedas de troca não ortodoxas

Fazer uso de moedas não convencionais como sexo, drogas; “presentes” de vários tipos, objetivando obter privilégios, informações privilegiadas, facilidades, benefícios para entrar, se manter em um mercado, atividade; para se destacar, ficar bem posicionado comercialmente, são temas extensos, aos quais dedicamos uma série de artigos exclusivos para eles, que complementam e fundamentam esta série sobre jogo sujo e concorrência desleal. Por isso, obviamente, não os detalharemos aqui. Para ampliar seus conhecimentos visite a série Moedas de troca não ortodoxas.

Outros artigos da série:
Jogo sujo e concorrência desleal


 

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